Tecnologia que ajuda o paciente não precisa ser cara

O senso comum costuma associar tecnologia em saúde a tratamentos de ponta, como a terapia genética ou medicamentos e equipamentos sofisticados e caros. Mas ações relativamente simples e de baixo custo, como a telemedicina, podem revolucionar o setor ajudando a organizar e analisar informações.

Cesar Biselli, médico com especialização em Terapia Intensiva e Cuidados Paliativos e coordenador de Inovação e Tecnologia do Hospital Sírio-Libanês, afirma que por meio de um recurso tão simples como um telefonema, o Regula Mais Brasil vem conseguindo fazer uma mudança positiva. Em seis meses, mais de 170 mil encaminhamentos foram avaliados. Desses, 30% foram priorizados. Nos demais, após avaliação, metade precisava apenas de uma atenção primária.

Foto: Alberto Rocha/Estúdio Folha

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